Para e pense por um instante em tudo o que você consegue fazer pela internet, seja por meio do seu smartphone ou do computador. Praticamente tudo, não é mesmo? Desde fazer compras, pedir comida ou mesmo declarar seus impostos, quase todas as atividades do dia a dia podem ser resolvidas, ao menos em parte, por meio digital, com mais comodidade e segurança.

Esse cenário de mudança tecnológica tornou possível até mesmo investir pela internet, com ferramentas que auxiliam o investidor na missão de gerenciar sua carteira de aplicações, como todo processo feito por meio delas. Por isso, para ajudá-lo, indicamos neste post algumas dicas de investimento online. Boa leitura!

1. CDB

Acessando o aplicativo ou o internet banking de qualquer banco, é possível ter acesso aos chamados Certificados de Depósito Bancários (CDB). São títulos emitidos por instituições financeiras para captar dinheiro no mercado e, em seguida, emprestá-lo aos seus clientes mediante a cobrança de juros.

Na prática, quem investe em um CDB está emprestando seu dinheiro para o banco, na expectativa de receber de volta, na data combinada, parte dos juros cobrados na concessão de crédito aos clientes da instituição financeira.

Existem 2 tipos principais de CDB: os prefixados e os pós-fixados. A diferença básica entre eles é que os primeiros pagam uma rentabilidade conhecida no momento da aplicação, enquanto os segundos vinculam o seu rendimento a algum índice do mercado (como a Taxa SELIC ou o CDI), que costuma sofrer com oscilações ao longo do tempo.

Em geral, os CDBs são bastantes seguros, oferecendo baixo risco para os investidores, muito por conta da cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante depósitos de até R$ 250 mil caso a instituição financeira emissora dos títulos apresente problemas financeiros e tenha dificuldade em honrá-los.

2. Fundos de Investimento

A melhor maneira de entender os fundos de investimento é imaginando-os como se eles fossem um condomínio de imóveis residenciais, no qual um grupo de moradores se une para ratear as despesas e definir regras que permitam a melhor convivência possível entre todos.

Tendo isso em mente, basta imaginar que os fundos funcionam com um grupo de investidores unindo seus recursos para investir em determinados tipos de investimento, sempre com a supervisão de um gestor profissional, capacitado para decidir quais as melhores opções de acordo a estratégia adotada.

Um fundo de investimento é classificado, principalmente, pelos ativos em que a maior parte dos recursos disponíveis é investida. Dessa forma, temos os fundos de renda fixa, os de ações, os imobiliários e os multimercado, entre outros menos convencionais.

Os fundos de investimento costumam apresentar rentabilidade um pouco mais elevada do que a média das aplicações em renda fixa, dependendo da sua estratégia ou dos fundos nos quais os recursos estão investidos. Por outro lado, eles não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito.

É possível investir online em fundos de investimento por meio do internet banking de bancos ou por corretoras que disponibilizam plataformas online de gerenciamento de aplicações.

3. Debêntures

As debêntures são a forma pela qual as empresas podem emitir títulos de dívida privada, de forma similar ao que o governo faz com os títulos públicos negociados no Tesouro Direito, utilizados para captar recursos e financiar as atividades do Estado.

Dessa forma, ao precisar de dinheiro para financiar um projeto de longo prazo, uma empresa pode recorrer às debêntures em vez de pegar um empréstimo junto aos bancos, por exemplo. Com isso, ela pagará juros a quem investir nos seus títulos conforme o prazo de vencimento estabelecido.

De forma resumida, uma debênture pode ser simples ou conversível. A diferença entre elas é simples: as conversíveis podem ser convertidas em ações da empresa emissora das debêntures, enquanto as simples não dão essa opção ao investidor. Outro tipo de debênture é a incentivada, utilizada para financiar projetos de infraestrutura no país e, por isso, contam com a isenção do imposto de renda.

Debêntures podem ser pré ou pós-fixadas e o risco varia de acordo com a reputação da empresa e a possibilidade de ela não honrar seus compromissos. É importante ressaltar que não há garantia do FGC e os prazos de investimentos costumam mirar o médio e o longo prazo.

4. Ações

As ações são a menor parte de uma empresa de capital aberto. É como se uma companhia decidisse dividir sua propriedade em milhares de partes (ou mesmo milhões) e, para isso, emitisse as ações. Essa decisão é feita quase sempre com base em projetos de expansão da empresa e com a necessidade de obter novos recursos.

Com isso, quem adquire uma ação está se transformando em sócio da empresa e, a partir disso, passa a usufruir dos eventuais sucessos ou ter de lidar com os possíveis prejuízos obtidos pelo negócio. O bom ou mau desempenho da empresa faz com que suas ações subam ou desçam de preço, o que permite ao investidor lucrar com a sua venda no mercado de ações.

Esse sobe e desce na cotação das ações costuma ser constante. Por isso, dizemos que essa forma de investimento tem alta volatilidade, o que faz, por consequência, que ela tenha um risco maior, já que essas oscilações bruscas podem gerar perda para o investidor.

É possível investir em ações de forma direta, por meio de fundos ou de clubes de investimentos. Em todos os casos, o caminho mais curto envolve abrir uma conta em uma corretora, que dará ao investidor acesso ao home broker, plataforma online que permite a compra e venda das ações desejadas.

5. Investimento P2P

O investimento P2P funciona com base em um modelo de empréstimo entre pessoas que, geralmente, funciona por meio de uma plataforma online. Nela, investidores interessados podem analisar os projetos que estão precisando de financiamento e escolherem as propostas mais adequadas ao seu perfil. Definidos os termos do empréstimo, o acordo é fechado.

Por meio do investimento P2P, quem investe consegue diversificar sua carteira, obter rendimentos melhores (principalmente quando comparamos com os investimentos tradicionais de renda fixa) e investir em projetos escolhidos por ele, no qual poderá acompanhar o destino do dinheiro, diferentemente do que acontece com outras aplicações. Tudo isso com uma estrutura reduzida, mais eficiente e com custos melhores.

Para reduzir as chances de problemas, é normal que solicitações de empréstimo feitas por P2P passem por análises criteriosas, utilizando programas de computador e modelos matemáticos que tentam estimar qual a chance de o crédito contratado não ser pago.

Essas e outras tecnologias são bem comuns em investimentos online, que também podem lançar mão dos robôs para encontrar os melhores investimentos de acordo com o perfil do investidor ou executar algumas ações de forma automatizada em determinadas circunstâncias.

Investimentos online conseguem oferecer mais comodidade ao investidor, bem como dar mais opções de aplicações para o seu dinheiro. No entanto, para não ter problemas, é necessário escolher uma plataforma confiável e seguir algumas recomendações de segurança para gerenciar seu dinheiro pela internet, como ter cuidado com suas senhas, só utilizar computadores e redes próprias para fazer as transações e manter um antivírus atualizado.

Quer conhecer a melhor opção de plataforma de investimento P2P? Então entre em contato e veja como a MOVA ajuda você a aplicar melhor o seu dinheiro.

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