Você sabeo que é P2P Lending? Se não, está perdendo uma excelente oportunidade de investir em um negócio lucrativo e que tem tudo para se tornar uma das grandes sensações do mercado financeiro brasileiro. O Peer-to-Peer Lending é uma nova modalidade de fazer negócios, unindo investidores e tomadores de crédito sem a necessidade de um intermediário, como são os bancos de investimentos no Brasil.

No entanto, por ser algo tão novo e diferente, é comum que se tenha algumas dúvidas sobre o procedimento dessa modalidade de investimento. Pensando nisso, nós resolvemos elucidar as 13 principais questões sobre o Peer-to-Peer Lending. Você aprenderá o que é P2P, como ele funciona, quais os riscos e muito mais.

Assim, poderá decidir se quer ou não fazer parte dessa modalidade de investimento inovadora e com rentabilidade potencial enorme. Ficou interessado? Então siga a leitura para aprender mais sobre o assunto e tirar as suas dúvidas!

1. O que é P2P Lending?

Comecemos a tirar as nossas dúvidas explicando o que é P2P Lending. O Peer-to-Peer Lending, ou Empréstimos entre Pessoas (em português), é um novo modelo de investimento no qual pessoas físicas e/ou jurídicas se juntam para organizar a oferta de crédito sem o intermédio dos bancos.

Na prática, a maior parte dos financiamentos feita por bancos funciona da seguinte forma: as instituições financeiras emitem títulos privados (conhecidos como CDBs) e “vendem” os papéis para investidores, como você, prometendo uma porcentagem de retorno ou rentabilidade lastreada ao CDI no vencimento do título.

Com o dinheiro levantado de todos os investidores, o banco empresta para alguma empresa ou pessoa física e cobra uma taxa de juros maior do que a que pagará de retorno para quem investiu. É assim que o banco tem lucro no processo.

O que o Peer-to-Peer Lending faz é cortar o intermediário (no caso, o banco) e unir os investidores e as pessoas que precisam de crédito automaticamente. Dessa forma, o empréstimo fica mais barato para os tomadores, ao mesmo tempo que fica mais lucrativo para os investidores.

Isso é possível porque o spread bancário brasileiro (a diferença entre o que o banco paga para o investidor e recebe da empresa) é 6,5 vezes maior do que a média mundial. Ou seja: dá para economizar para os tomadores e aumentar o lucro do investidor ao mesmo tempo.

2. Como surgiu e quando chegou ao Brasil o P2P?

O Peer-to-Peer Lending não é uma novidade no mundo. O modelo de investimento foi criado originalmente na Inglaterra e se espalhou com muito sucesso nos EUA e na Europa inteira.

Nos Estados Unidos, por exemplo, somente uma empresa que faz o intermédio entre investidores e tomadores de crédito lidou com mais de 44 bilhões de dólares nos últimos 12 anos e foi avaliada em 5,4 bilhões de dólares em 2014, quando entrou na Bolsa de Valores de Nova Iorque.

Aqui no Brasil, no entanto, o P2P Lending é recente. O modelo de investimento foi regulado pelo Banco Central apenas em 2018. No entanto, não deixe que a “juventude” do sistema o engane: o potencial de crescimento do Peer-to-Peer Lending é enorme, especialmente por causa do spread bancário altíssimo.

3. Por que é tão importante diversificar investimentos?

Um dos grandes atrativos do P2P Lending para os investidores é que a modalidade permite diversificar a sua carteira de aplicações com uma opção de alta rentabilidade.

Afinal, uma das regras mais básicas do mundo financeiro é saber como diversificar os investimentos. Dessa forma, o investidor ganha proteção contra crises e pode optar por ativos mais arriscados.

Por exemplo, suponha que você tenha em sua carteira de investimentos uma boa quantidade de ações de empresas do segmento de vendas de roupas para o público consumidor.

No entanto, por causa de alguma queda de demanda no mercado, todas as empresas do setor registraram resultados negativos no ano. Por consequência, suas ações caem de valor e o seu dinheiro investido fica desprotegido.

Com a diversificação, há como se proteger desse tipo de situação, colocando parte do dinheiro em ativos diferentes, como um título público ou no P2P Lending.

4. Qualquer um pode investir no Peer-to-Peer Lending?

Na prática, qualquer pessoa que saiba o que é P2P Lending pode investir nessa modalidade. Basta abrir uma conta em uma plataforma de gerenciamento e comprar as cotas de crédito que serão cedidas a quem solicitou o financiamento.

5. Quais os riscos de se investir no P2P?

Como qualquer outra modalidade de investimentos, é fato que há riscos de se aplicar no Peer-to-Peer Lending. No entanto, são riscos contornáveis com alguma dedicação e análise prévia.

O maior risco no P2P Lending é a inadimplência do tomador de crédito. A taxa média de inadimplência para pessoas jurídicas no Brasil na modalidade crédito livre é de 3,4%, o que mostra que há bastante compromisso das companhias em arcar com os compromissos. Já para pessoas físicas, a inadimplência gira ao redor de 5,6%.

No entanto, é importante ter em mente que nem todo tomador de crédito é igual. Por isso, é muito melhor emprestar para uma companhia segura, com um histórico longo de ser pagadora de dívidas e com gestão profissional, do que para uma empresa em crise, operando em um setor de baixa demanda e sem uma boa gestão.

Ao mesmo tempo, é melhor emprestar para uma pessoa com um Score de Crédito alto, que paga seus compromissos em dia, do que para alguém que está negativado por não quitar um compromisso.

Por causa disso, todas as plataformas de P2P Lending realizam uma análise de crédito de cada tomador de empréstimo, indicando ao investidor quais são mais confiáveis.

Além disso, a diversificação de investimentos pode ser aplicada aqui. Por exemplo, em vez de investir R$5.000 em um único crédito, você pode fazer 10 empréstimos de R$500.

Assim, o impacto da inadimplência é reduzido, garantindo que os retornos compensem um eventual calote (é a estratégia que os bancos usam).

6. Para qual perfil de investidor o P2P é mais recomendado?

No geral, o Peer-to-Peer Lending é uma modalidade de investimento mais recomendada para os investidores de perfil arrojado. E isso não é uma surpresa, não é mesmo? Basta olhar para o que é P2P para entender o porquê dessa recomendação.

Como há o risco de inadimplência e não existe uma rede de segurança como o Fundo Garantidor de Crédito ou o Tesouro Nacional, os investidores mais conservadores podem não se interessar pela modalidade.

No entanto, isso não significa que essa recomendação seja uma regra. Usando uma boa estratégia de diversificação e investindo apenas em empresas com boa avaliação de crédito, qualquer perfil de investidor pode se interessar pelo P2P Lending.

7. Existe um valor mínimo para investir no Peer-to-Peer Lending?

Em teoria, não há um valor mínimo para se investir no P2P Lending. No entanto, na prática, o mínimo pode depender das regras de cada plataforma.

Funciona assim: cada tomador de crédito abre um pedido de empréstimo dizendo quanto quer levantar, quanto pode pagar por mês e em quanto tempo pode quitar o compromisso.

Com base na análise de crédito da pessoa, é montado um plano de empréstimo com uma taxa de juros adequada e que reflita o risco daquela operação. Quanto maior o risco, maior o retorno para os investidores.

Depois de alcançado o valor da cota mínima da plataforma, o investidor pode aplicar quanto desejar em cada empréstimo, sem valores definidos no negócio.

8. Qualquer pessoa pode participar do Peer-to-Peer Lending?

Sim, qualquer pessoa pode pedir por crédito em uma plataforma de Peer-to-Peer Lending. No entanto, como já mencionado, todas elas passam por uma criteriosa análise de crédito, que avalia a sua capacidade de pagar o empréstimo obtido.

Por isso, os investidores sabem se aquele tomador de crédito é mais ou menos provável a pagar o empréstimo com base em seus resultados financeiros, sua gestão, setor de atuação, demanda econômica do país (caso seja uma empresa) ou com base no seu Score de Crédito, renda familiar e outros elementos (caso seja pessoa física).

9. Como é feita a análise de crédito para uma empresa?

Cada plataforma de P2P Lending conta com o seu próprio processo de análise de crédito. Algumas são mais criteriosas, outras menos.

No entanto, todas olham para a saúde financeira do tomador de crédito e avaliam a sua capacidade de pagamento de empréstimos. Então, elas dão uma nota dentro de sua escala própria (que pode ir de A até S, 1 a 10, entre outros) para que o investidor saiba o que esperar de cada negócio.

Além disso, a taxa de juros do empréstimo tende a refletir a análise de crédito feita pela plataforma. Por exemplo, uma pessoa com nota máxima (ou seja, que é muito segura) pagará juros bem menores do que alguém com nota mínima. 

Por isso, é importante que o investidor saiba balancear os riscos e as recompensas dos seus investimentos no P2P Lending.

10. Quais as vantagens de se investir no P2P?

Se você entendeu o que é P2P Lending, com certeza já deve ter entendido que essa modalidade de investimentos tem uma série de vantagens que outras aplicações financeiras não têm.

Para os investidores, as vantagens começam com um rendimento potencial mais alto. As taxas de juros pagas pelos empréstimos variam de acordo com valores e análises de crédito, mas podem chegar a 44,3% ao ano, um valor que não é comumente obtido nem por carteiras de ações.

Outra vantagem é que o P2P Lending permite que o investidor se proteja usando a diversificação a seu favor, como os bancos fazem. Em vez de colocar todo o seu dinheiro em crédito para uma pessoasó, é possível dividir em vários contratos e minimizar o risco de inadimplência.

Além disso, o Peer-to-Peer Lending tem um potencial de crescimento gigantesco. Afinal, o spread bancário no Brasil é muito alto. Dessa forma, tanto investidores, quanto solicitantes de crédito se interessam pelo negócio.

Por fim, o P2P Lending oferece uma vantagem que a maior parte dos outros investimentos não têm: ganhos regulares. Como os empréstimos são pagos em mensalidade, todos os meses você recuperará parte do dinheiro investido.

Para as tomadores de empréstimo, o P2P Lending representa uma fonte de crédito mais barato do que as opções tradicionais do mercado, além de exigir menos burocracia. 

Além disso, financiar pelo Peer-to-Peer Lending é mais fácil, pois não exige que uma única fonte tenha um montante enorme para aplicar. É possível contar com apoios menores, mas de mais pessoas.

11. Quais as informações mais importantes acerca do P2P?

O que é mais importante a se entender sobre o Peer-to-Peer Lending é que se trata de uma modalidade de investimento com alto retorno potencial e de aplicação muito fácil.

Em relação ao risco de inadimplência, ele pode ser minimizado emprestando apenas para pessoas com nota alta na análise de crédito e com a diversificação em diferentes empréstimos.

Outra informação importante é que o P2P Lending não tem liquidez diária. Ou seja: você não pode resgatar o seu dinheiro depois de aplicado. No entanto, o investidor recebe parcelas mensais como credor da empresa.

Essas são as principais informações a se saber sobre o que é P2P, como ele funciona e quais os seus riscos.

12. Quais os custos de se investir no Peer-to-Peer Lending?

De modo geral, investir no Peer-to-Peer Lending é bem econômico, com poucos custos. O principal deles é o Imposto de Renda, que é calculado com base na duração do investimento.

As alíquotas do Imposto de Renda do P2P Lending são as seguintes:

  • até 180 dias, alíquota de 22,5%;
  • de 181 a 360 dias, alíquota de 20%;
  • de 361 até 720 dias, alíquota de 17,5%;
  • mais de 721 dias, alíquota de 15%.

Um fato interessante é que, como o investidor recebe parcelas mensais, as alíquotas são baseadas no prazo desses pagamentos. Por exemplo, suponha que você fez um empréstimo de 36 meses (ao redor de 1080 dias).

Nas primeiras 6 parcelas, a alíquota seria de 22,5%. Das parcelas 7 até 12, o tributo seria de 20%. Das parcelas 13 até 24, seria de 17,5%, e nas restantes de 15%.

13. Por que a MOVA é a melhor opção do mercado para investimento P2P?

Agora que você já entendeu o que é P2P Lending, deve estar procurando por uma boa plataforma para começar a fazer investimentos nessa modalidade. Se for o caso, não precisa procurar muito longe. Afinal, a MOVA é a melhor opção para quem quer investir em Peer-to-Peer Lending no Brasil.

As razões para isso são muitas. Em primeiro lugar, a nossa análise de crédito é a mais completa do mercado, contando com 60 fatores, incluindo plano de negócios, birôs de crédito, histórico de faturamento e demonstrativos financeiros (no caso de empréstimos para empresas). Isso faz com que a análise seja mais certeira e passe melhores informações ao investidor.

Para diminuir os riscos aos investidores, a MOVA conta com uma sistema de garantias próprias contra a inadimplência (aval de crédito por parte dos sócios, cessão fiduciária de recebíveis e outros), incluindo um sistema de cobrança que judicializa a questão em até 62 dias depois do vencimento da parcela não paga. 

Por causa disso, nunca tivemos um caso de inadimplência em toda a nossa existência (até a publicação desta matéria).

Para completar, a MOVA foi a primeira empresa aprovada pelo Banco Central a poder trabalhar com Peer-to-Peer Lending no Brasil, além de aderir ao CETIP, o que garante mais proteção e segurança aos investidores.

Viu por que a MOVA é a melhor plataforma de investimento Peer-to-Peer Lending do Brasil? Agora que você já sabe o que é P2P e se interessou pela modalidade, é só abrir sua conta e começar a investir.

Por isso, não perca mais tempo: entre já em contato com a nossa equipe e saiba como você pode começar a ganhar mais dinheiro!


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